Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

DOS 7 AOS 77

 

PÁGINA INFANTO-JUVENIL
JOSÉ LANÇA-COELHO
 
PENSAMENTO
 
            “ Há cores nacionais, traduzindo biologicamente a identidade dos povos.” Guerra Junqueiro (1850-1923) Escritor português.
 
 
ANEDOTA
 
            Diz o marido para a mulher:
            - Lembras-te como éramos felizes há 40 anos?
            - Há 40 anos, ainda não nos conhecíamos?
            - Por isso mesmo!
 
LENDA
DE
CHAVES
 
            Chaves tão depressa era moura como cristã. Quando D. Teresa casou com o conde D. Henrique, trouxe no seu dote, incluído no Condado Portucalense, a cidade que pertencera à ilustre família romana dos Flávios.
            Os mouros nunca desistiram da cidade, e assim, em 1129, reconquistaram-na pela última vez. Porém, 31 anos depois, isto é, em 1160, os irmãos Rui e Garcia Lopes conquistaram-na e entregaram-na ao rei de Portugal, D. Afonso Henriques.
            Há muitos séculos, havia uma inscrição gravada na igreja matriz da cidade que assinalava os túmulos dos irmãos Rui e Garcia Lopes, e que dizia assim:
 
                                   “Dois irmãos com as quinas
                                   Sem rei ganharam a Chaves
                                   Donde em roxo cristalinas
                                   Lhes foi dado por insígnias
                                   Em escudos cinco chaves.”
 
            A alusão às quinas, que só passaram a fazer parte da bandeira portuguesa depois da lendária batalha de Ourique, parece mostrar que, a conquista de Chaves, só teria acontecido depois daquele recontro.
            A palavra Chaves, deriva do romano ‘Aquae Flaviae’, cidade construída junto a algumas nascentes termais.
            O povoamento da região não foi iniciado pelos Romanos, uma vez que se achou um instrumento de pedra que parece ser do período da Idade da Pedra. Por outro lado, há vestígios de dólmenes ou antas e pinturas rupestres, como as do outeiro Machado. É, pois, provável que Aquae Flaviae tenha surgido sobre os restos de edificações castrenses primitivas.
 
publicado por cempalavras às 00:02
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